1941 –

Biografia

Escultor, pintor. Reside no Rio de Janeiro desde 1959. Freqüentou a Escola Nacional de Belas Artes – Enba, de 1963 a 1965. Nessa época, desenvolveu os primeiros trabalhos de escultura, utilizando sólidos geométricos de madeira. Na metade dos anos 1960, mantéve ateliê com colegas da Enba, entre eles Antonio Manuel (1947) . E M 1967 no 1º Salão de Artes Plásticas, na FAU/UFRJ ;Rio de Janeiro ganhou o 1º prêmio em escultura e 1º prêmio em pintura e participou da 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Biena, e em l1969 – Salão da Bússola, no MAM/RJ ganhou prêmio aquisição e em 1970 no 19º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ obteve o prêmio aquisição . Concluiu o curso da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro – FAU/UFRJ, em 1970. Em 1972,no 4º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP ganhou grande prêmio em esculturaTrabalhou como arquiteto até 1976. No inicio dos anos 1970, empregou ripas de madeira, organizadas em progressões verticais e horizontais, e criou as caixas lúdicas, espécie de bases de madeira, sobre as quais o espectador pode deslocar molduras vazadas, em formato quadrado, intercaladas, e de tamanhos decrescentes. Utiliza acrílico e perfis de alumínio anodizado (tubos retangulares) para criar as caixas e os múltiplos, desde os anos 1970. Em 1978 no 1º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA e Palácio Gustavo Capanema obteve o prêmio de viagem ao exterior. Em 1979 participou da 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação BienalNo fim da década seguinte, realizou as primeiras Piramidais, esculturas que apresentam deslocamentos graduais das ripas de madeira ou dos tubos de alumínio, gerando vazios internos. Em 2005, foi lançado o livro Ascânio MMM, pela editora Andrea Jakobsson, com textos de Paulo Sergio Duarte, Marcio Doctors, Lauro Cavalcanti e Fernando Cocchiarale.

Ascânio M.M.M
Ascânio M.M.M
Escultura em madeira pintado de branco - Sem título - medindo 75x47x27cm.- tiragem 14/31 - assinado na peça. (Reproduzido no livro do artista, pág. 71).